DIÁRIO DE UMA VIAJANTE AKÁSHICA: A CHAVE 11/01/2026

No dia 24 de outubro de 2022, recebi uma leitura dos Registros Akáshicos que ainda permanece como uma incógnita para mim em inúmeros sentidos. Hoje, tenho a total clareza de alguns dos temas e pontos tratados ali. Outros ainda permanecem confusos. Todavia, a experiência que possuo tranquiliza o meu coração, sabendo que os acessos são atemporais. Isso significa que terei uma vida inteira para compreender os detalhes e a profundidade do que recebi. Algo dentro de mim entende o quão importante essa leitura foi e ainda é. O quanto há algo além daquilo que a parcela consciente de mim conseguiria entender sobre o que foi feito naquele dia.

A leitura se iniciou com uma imagem de uma criança. Uma menininha que conversava com um homem adulto, ora humano, ora com a aparência de um ursino, enquanto mostrava algo para ele. Novamente, eu, criança, ensinando para uma pessoa mais velha. Havia um caderno em minhas mãos e eu apontava para o que estava escrito ali. Ao mesmo tempo, me virava para o céu e explicava como aquilo também podia ser visto nas estrelas. A Larissa que sou hoje entende que a minha criança estava tentando informar que o que estava no caderno, ou talvez naquele Plano de Alma, estava escrito nas estrelas.

Enquanto olhávamos para o céu, uma nave se aproximou de nós e pousou onde estávamos. Vários felinos saíram dela e começaram a andar em círculo ao nosso redor. Da nave, desceu um Mestre da Fraternidade Branca que, posteriormente, a colega que fez a leitura identificou como Mestre El Morya. Ele desceu com uma jovem numa cadeira de rodas e a trouxe até onde estávamos. A sensação era de uma pessoa que havia sido deixada ali, doente naquela cadeira. Uma moça jovem que se misturava com a imagem de Jesus. Ao chegar até mim, ela se levantou da cadeira, foi até o homem que estava comigo para abraçá-lo e depois me abraçou. Ela voltou para a cadeira e Mestre El Morya começou a empurrá-la para longe da nave.

Eu os segui, perguntando-me para onde eles estavam indo. Eventualmente, eu mesma passei a empurrar a cadeira de rodas. Nesse momento, eu olhei para trás e chamei pelos felinos que estavam ali para nos acompanhar. Seguimos caminhando. Algo começou a vir em nossa direção, como pássaros ou aviões, que hoje identifico como naves. Elas passavam por cima de nós, vindas de um portal. Nós seguimos na direção desse portal, no sentido contrário ao das naves. Paramos novamente e olhamos para trás. Eu continuava segurando a jovem na cadeira de rodas. A princípio, parecia que queríamos retornar, mas, na verdade, aguardávamos por outras pessoas que vinham na mesma direção que a nossa, contra o fluxo daquelas outras naves.

Eram pessoas que desejavam se unir a nós. Elas acenavam e pediam para esperarmos, porque queriam caminhar conosco na mesma direção. Conforme elas passavam em meio aos felinos que estavam ali, a jovem se levantou da cadeira de rodas e começou a andar com elas. A cura dessa jovem era possível pela união daquelas pessoas. Pela escolha daquele coletivo. A cura dela era caminhar lado a lado com os seus irmãos. Então, todos entraram num grande portal. Os felinos que nos acompanhavam acenaram para nós, agradeceram e ficaram para trás, voltando para a grande nave do início da leitura enquanto o portal se fechava. Eles eram responsáveis por nos acompanhar e proteger em direção ao portal. Contudo, dali em diante, a caminhada era nossa.

Naquela altura, somente um felino permaneceu conosco. Um leoniano. O lugar em que estávamos após atravessar o portal era uma praia. Eu estava sentada de frente para a praia, ao lado desse leão. Eu o abraçava e me deitava na areia da praia. Ficamos ali por um tempo e passamos a caminhar lado a lado e a conversar, indo numa determinada direção. Num certo momento, aquele leão subiu nas minhas costas. Ele se transformou numa pessoa que eu carregava nos ombros. Um homem adulto, maior do que eu. Ainda assim, eu o carregava, até que ele caiu para o lado. Ficou pesado demais para mim. Ele se transformou novamente naquele leão, chateado pelo que aconteceu, mas seguimos caminhando.

Daquele ponto em diante, separamo-nos. Eu segui rumo a uma trilha, dentro de uma mata. Ele permaneceu na praia, andando em círculos. Ao mesmo tempo em que eu entrava na mata e seguia por um caminho longo e profundo, o leão fazia o mesmo caminho na praia. Nos movíamos em lugares distintos, porém, os nossos movimentos permaneciam sincronizados. Pelo caminho que adentrei, passei a procurar por algo. Uma lanterna estava em uma de minhas mãos, pois o lugar era escuro. Encontrei uma antiga casa de madeiras escuras. Colocava a mão nas coisas, tateando e procurando. Encontrei uma espada numa bainha de couro. Eu a peguei, desembainhei e passei a movimentá-la no ar. Eventualmente, a guardei onde estava e saí da casa sem ela.

O leão permanecia na praia, andando em círculos. Eu tentava sair da mata. Entretanto, uma energia similar a um furacão me puxou novamente para a casa, impedindo-me de avançar. Entrando outra vez nela, continuei procurando, como se não tivesse encontrado tudo o que precisava ali. Finalmente me deparei com uma chave antiga, de um ouro-velho, pendurada em uma das paredes. Simbolicamente, eu a engoli, mostrando para mim que tudo o que eu precisava estava dentro de mim. A chave está dentro de mim. Ela está dentro de nós.

Eu saí novamente da casa, dessa vez conseguindo deixar a mata. Fui ao encontro do leão, que me esperava na praia. Começamos a andar novamente pela areia, retornando para onde estávamos antes. Uma outra nave veio em nossa direção, dessa vez, repleta de arcturianos. Eles passaram por nós e foram em direção à mata, onde estava a casa de madeiras escuras. Mais uma vez, eu retornei para lá para ver o que estavam fazendo. Um dos arcturianos pegou a espada que eu havia deixado para trás e a entregou para mim. Eles mexiam em todo o lugar. Também procuravam por algo. Encontraram uma outra chave, bem maior do que a que eu tinha engolido. Um arcturiano ficava com ela. Ele abraçava a chave, do tamanho do peito dele, e eu fiquei com a espada.

Todos começaram a retornar para a nave. O leão se despediu de mim e entrou nela com os arcturianos. Permaneci sozinha na praia, abraçando a espada. Sentei-me na areia e comecei a mexer uma vez mais na espada. Naquele instante, eu a finquei na areia, ajoelhada, em sinal de gratidão. Aquele foi o primeiro artefato que recebi numa leitura dos Registros Akáshicos. A Espada Excalibur. Um Sol irradiava em cima de mim. Eu coloquei a minha cabeça e as minhas mãos abertas na areia, extremamente emocionada, agradecendo. O Sol sorria para mim.

Muitas percepções me vieram em relação ao que foi vivido. Em primeiro lugar, eu não devo tentar carregar outras pessoas, pois esse é um fardo que fica insuportável com o tempo e cada ser precisa viver e seguir o seu próprio caminho. Continuamos seguindo juntos, mas cada um na sua própria estrada, com os seus respectivos aprendizados. Em segundo lugar, tudo o que procuramos está dentro de nós. As respostas estão sempre dentro do nosso coração. Por último, o Sol que sorria para mim era o meu próprio Poder Pessoal, que tantas vezes depositei na mão de outras pessoas, representado também por meio de meu Avatar arcturiano, Alshaton. A Espada Excalibur me ajudaria em meu caminho de libertação.

Dali em diante, eu fui levada para a sala branca. A jovem da cadeira de rodas foi trazida por Mestre El Morya. Ela era eu. Uma jovem que se sentia doente, paralisada, impotente e abandonada. Mas, assim como no início da leitura, ela me lembrava de que a minha cura seria uma consequência do ato de caminhar ao lado de outras pessoas enquanto lhes mostro uma estrada diferente daquela trilhada pela maioria. Eu vim para abrir um novo caminho, para ensiná-lo e para ser guiada pelo amor a fim de tocar outros corações. Eu abracei o Mestre El Morya e me ajoelhei diante da jovem na cadeira de rodas. Peguei em suas mãos e a ajudei a se levantar. Com dificuldade, ela ficou em pé, me abraçou e nos tornamos uma só.

Texto de Larissa Alves

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