A velha história dos Andes – A queda Maya, o nascimento de Kamachirir e os seres Jaguar

Antes da civilização conhecida por Maias, naquela mesma região existiu um povo extremamente avançado em tecnologia e também espiritualidade. Os chamados Mayas Galácticos eram humanos que vieram das estrelas e habitaram aquela região, trazendo o desenvolvimento de templos, pátios de contemplação estelar, astronomia e astrologia que permeariam por toda a região da mesoamérica e américa andina. Um povo que não cultuava deuses, mas se mantinha em profunda conexão com as consciências do sol, da lua, de outros sistemas estelares e também do planeta. Lindos dragões de pura energia habitavam aquele local com grande amorosidade, muitos deles conhecidos por Coatls, ou serpentes emplumadas. Ali se desenvolveu uma rica cultura, com amplo conhecimento de plantas medicinais e enteogênicas, sempre entrando em contato por meio das mirações com os irmãos estelares, mas também no convívio diário com aqueles povos.

Naquele local existiam já grandes bases de contato adâmico terrestre com os povos das estrelas, sendo mantida relações de irmandade profundas e harmoniosas. A civilização avançava a passos largos, cada vez mais desenvolvendo seu ser interior e também sua tecnologia. A magia fazia parte daquele povo, sempre ligada aos povos elementais da Terra. Uma verdadeira civilização de cores, sons, vibração e magia nascia naquele lugar que hoje conhecemos como Império Maia. Naquela região também existiam outras tribos locais que mais tardiamente dariam início a civilizações Astecas e Incas. Mas, pense que todo aquele espaço dos Maias Galácticos era enorme e poderoso. Um grande império, em que imperava o amor e a união com o planeta.

Todos os dias, as naves das frotas estelares vinham até aquele espaço, emanar pulsos de luz, que auxiliavam ainda mais na aceleração do desenvolvimento da consciência humana. Vejo na tela mental agora. Uma enorme nave que descia como um imenso orbe de luz branca, que pulsava fortemente as energias do sol central em todo aquele povo, descendo projeções de pura luz e códigos de amplo conhecimento espiritual. Literalmente, esses povos recebiam descargas de códigos lumínicos que ativavam o DNA humano, expandindo de novo o ser. Os povos que ali habitavam eram antigos descendentes da Lemúria e Atlântida, bem como tinham ancestrais que vieram desde a América do norte, tendo passado pelo Estreito de Beringe. Ali se formaram muitas tribos e sociedades que recebiam continuamente projeções lumínicas dos irmãos das estrelas. Tanto que existem diversas profecias de povos ameríndios que falam de seres nórdicos que vinham das estrelas e traziam conhecimentos ancestrais. De fato, eram pleiadianos, alfa centaurianos e sirianos que ali estavam conduzindo trabalhos de puro amor cristalino.

Retornando para os antigos Maya, ali também atuavam as forças lirianas e sirianas felinas. Principalmente os povos Jaguar e Pantera eram que projetavam de seus conhecimentos e saberes milenares, expandindo aqueles povos com muitas verdades e também auxiliando em seu desenvolvimento e contato com a Terra e os reinos que hoje podemos chamar de xamânicos. Eles ensinaram o uso de certas ervas, bem como junto com os povos cobra que já habitavam o planeta, ensinaram o desenvolvimento do chá de Ayahuasca ou Uni. Sim, os povos do planeta e os saberes das estrelas ensinaram a como entender a consciência multidimensional que habita as moléculas do DMT. Os mesmos saberes sobre o uso do chá foram passados na sequência para diversas tribos e grupamentos, sendo formadas extensas redes de conhecimento e conexão ancestral. Além da vida no físico, aqueles povos, com o uso diário da ayahuasca, faziam amplas viagens de conexão com diversos povos da Terra, tendo formado a muito tempo a chamada “Nação do Arco-Íris”. Seres de intenso amor, que tinham como objetivo auxiliar a humanidade a se manter conectada com a Terra, sendo também um portal para os céus! Uma energia maravilhosa era manipulada diariamente, e o “mundo dos sonhos” era apenas a continuação desse. Até hoje, muitas culturas indígenas mantém a tradição de considerar o “mundo dos sonhos’ como o o verdadeiro mundo, e esse aqui a ilusão. Interessante não? Mas bem, esses povos felinos mantinham contato com alguns irmãos estelares que haviam escolhido adentrar a materialidade da Terra, com o objetivo de auxiliar eles na jornada e missão.

Um desses seres era Natlán/Natlan. Um ser jovem, com aparência de 25 anos, 1,70m de altura. Pele morena escura, olhos puxados, cabelo escuro e liso. Corpo atlético e elegante, com leve protuberância ventral. Usava típicas roupas sacerdotais mayas, que anos mais tarde seriam utilizadas pelos povos indígenas da região, quando as cidades foram desocupadas pelos processos nucleares que se sucederam. Natlán era um sustentador das energias de Metatron naquela região, sustentando um grande campo geométrico que permitia trabalhos profundos de magia. Ele era uma encarnação de um antigo mago atlante, que atuava diretamente na grande Pirâmide de Cristal da Atlântida, um enorme ponto de sustentação energética que permitia a descida e o trabalho de muitos seres estelares no planeta. Além disso, atuava com as bebidas de poder, fazendo cerimônias musicais, com cânticos profundos que levavam aqueles que estavam presentes para estados de transe e acesso ao reinos superiores. Ali eram aportadas diversas forças ancestrais, poderosas e muito especiais. Natlan tinha uma companheira belíssima chamada Onei’ka, sua chama gêmea e atuante direta nos trabalhos de sustentação e aterramento energético. Enquanto Natlan puxava as forças do céu, Onei’ka estruturava elas amorosamente na Terra.

Natlan além de sacerdote, era engenheiro, tendo desenvolvido em conjunto com o Pantera Branca, um líder felino e expressão direta de Shankar, câmaras cristalinas que permitiam os humanos deixarem totalmente o corpo físico, quase como se fosse uma espécie de processo de criogênia, assumindo trabalhos profundos em outros níveis astrais, incluindo as naves. Com essa ferramenta, Natlan vivia em contato com a nave felina de Pantera Branca, uma nave triangular de cor prata, com três luzes azuis e uma branca central. Esse mesmo grande felino tinha algumas expressões habitando aquele local, bem como próprio comandante estava atuando ali, junto de seus filhos e filhas. Muitos seres apoiaram o desenvolvimento daquele trabalho, que buscava ancorar uma espécie de coluna de energia branca dourada no astral da mesoamérica e américa andina. Até hoje essa coluna se mantém, hoje instalada sobre a Cordilheira dos Andes. Natlan entrava em contato com os seres felinos para estudos e também “passar tempo”. Literalmente um estado de alegria e união que se formava ali. Muitos conhecimentos trouxe daqueles seres e do contato constante com os povos estelares.

Muitas câmaras de cristal foram desenvolvidas, e diversas pessoas se conectaram por meio delas a familiares das estrelas. Contudo, alguns seres não gostavam daquilo, pois, após desenvolverem toda a sua ampla tecnologia, passaram a atuar com mesquinharia, se colocando como soberanos. Atos egóicos começaram a crescer entre aquele povo, sendo que muitos sacerdotes passaram a se denominar como deuses, devido as capacidades tecnológicas e mágicas. Líderes de cidades estado se colocaram como mestres e contaminaram a população abaixo com suas falas distorcidas e desejos de poder insano. Um grande grupo de seres reptilianos entrou em contato com aqueles povos, desejando tecnologia e também sangue humano. Eram povos densos que foram atraídos pelas energias locais. E claro que muitos dos que habitavam aquela região, se emaranhando cada vez mais no Véu/Neutron começavam a se perder e a aceitar aqueles seres como sendo seus Deuses.

Uma ideia começou a correr entre aqueles líderes e sacerdotes… E se atacassemos a grande nave que emana o pulso de energia? Essa imensa nave mãe sempre vinha no mesmo horário. Obviamente que os seres reptilianos sombrios apoiaram isso, afinal de contas, se aqueles humanos conseguissem “abater” uma nave mãe, a tecnologia seria compartilhada entre eles. As ideias densas começaram a se fazer presentes, mas não era como se os povos que visitavam não soubessem das intenções dos humanos Mayas. Eles sabiam bem que fariam um ataque a grande nave estrela. Natlan, em uma de suas últimas visitas a nave felina de Pantera Branca foi recebido com ar sombrio. Não tinha aquela alegria especial de sempre. Ele e Onei’ka foram recebidos para uma reunião importante.

Na reunião lhes foi explicado que ocorreria um ataque contra a nave-mãe, e que como sabiam, a nave mãe e seu sistema de defesa faria com que toda a civilização fosse dizimada. Mas isso veio também como uma medida contraventiva… A captura dos reptilianos que haviam invadido aquele espaço. Em outros locais e civilizações do planeta, seres reptilianos já faziam suas investidas, em conjunto com outros seres trevosos, todos puxados pelo magnetismo da consciência humana. Já tinham infiltrados na estrutura da grade humana. Ali seria outro ponto, que poderia ser evitado o processo. Pantera branca foi claro, avise seus irmãos. Diga a eles sobre o que ocorrerá e que os falsos deuses levariam eles a destruição primordial. Natlan e Onei’ka retornaram a seus corpo na matéria e se puseram a conversar com todos que podiam, alertavam o círculo mais próximo sobre a queda e a destruição iminentes, mas a maioria não deu ouvidos. Muitos estavam já alinhados as frequências negativas e negaram as informações de Natlan e Onei’ka. “São loucos!” “Esses felinos não nos dão poder, mas sim os répteis do céu” “Os lagartos nos dão aquilo que queremos e reconhecem quem somos”.

Em um sonho profético, Natlan viu a grande civilização sendo dizimada, muitos de seus irmãos e irmãs sendo finalizados pela grande rajada de energia que se faria no local. O sonho era claro. Passaria alguns ciclos até que ocorresse o flash de luz. Sabendo disso, Natlan reunião aqueles que tinham ouvido seu chamado e confiavam ainda nas palavras que trazia, junto de Onei’ka. Era hora de irem para as câmaras de cristal, que ficavam no alto de uma grande colina, distante do centro que depois seria conhecido por Macchu Picchu. Uma caverna profunda, que levava ao ventre do planeta mãe. E lá se colocaram na “Grande Hibernação energética”. Deixaram seus corpos e foram em direção as respectivas naves que atuavam amorosamente. Ao chegarem nas naves, corpos especiais das linhagens que tinham ligação já haviam sido preparados para a sua recepção. As câmaras atuavam da mesma forma que a tecnologia do filme “Avatar”, transmitindo a consciência para aquele outro corpo. Ao adentrar o novo corpo, Natlan passou a ser chamado de Kamachirir, e Onei’ka de Thainihra. Foi um processo difícil de adaptação àquele corpo, afinal de contas, era algo novo. Estavam acostumados ainda com a tipologia humana e também com saudades de sua civilização antiga.

A explosão veio em sequência, um clarão luminoso intenso que colocou um fim para aqueles seres e os reptilianos que ali estavam. O sistema de defesa da nave foi ativado e acabou por causar uma grande explosão nuclear, no horário das 18hrs. Por isso muitos de vocês sentem uma profunda tristeza nesse horário, pois parte de suas almas foi desintegrada nesse processo energético profundo. Kamachirir e Thainihra iniciaram estudos e trabalhos energéticos nos grandes centros sirianos, se acostumando aos novos corpos, mesmo tendo as velhas lembranças. Kamachirir/Natlan sentia pesar por não ter auxiliado mais aquele povo e decidiu que retornaria ao planeta Terra, com o intuito de ajudar aqueles povos locais. Faria isso junto a um mestre que estava iniciando um trabalho muito especial no chamado Império Inca, um ser conhecido como Pai Seta Branca. Era um chamado profundo, de ser um mestre Jaguar junto daquele ser de luz e amor. Queria servir novamente. Mas algo especial havia sido mantido. O corpo de Natlan havia passado por uma espécie de sutilização profunda devido a câmara cristalina, sendo uma roupagem direta no astral planetário para que aquela consciência atuasse no planeta. E foi isso mesmo que ocorreu. Após contato com Pai Seta Branca, Kamachirir passa a representar essa energia especial novamente. Mas por que novamente? Pois Natlan eram um Tumuchy, um ser que havia vindo junto de Comandante Oxalá, para ancorar energias de puro amor. Aquele ser vinha de Capela, junto de outros irmãos e irmãs que tinham a alcunha de Jaguares. Vinham auxiliar no desenvolvimento da civilização local e também das grandes sociedades planetárias, tendo participado no desenvolvimento do Egito, Maias, Incas, Astecas, dos Mundos encantados.

Kamachirir, em alinhamento com seus velhos conhecimentos como Natlan reiniciaria seu trabalho como Jaguar Luz, buscando ancorar as energias em uma nova civilização. O corpo humano foi trazido de volta para atuação direta, só que agora no povo Inca. Mantinha os mesmos traços, somente suas roupas que haviam mudado e se adequado àquele local. Representava as energias do Pantera Negra, tendo aprendido muitos processos energéticos junto as faculdades sirianas e que agora se preparava para ancorar isso de volta no planeta. Iniciou sua jornada naquele império, junto de Pai Seta Branca e uma legião de irmãos e irmãs jaguares naquele espaço ascensionou como um humano, recebendo uma alcunha especial, Talpán Az’hut, que significa “Viajante das Estrelas”. Devido a tudo que havia passado desde sua descida de Capela, trabalhos na estrutura planetária, indas e vindas. Traz em si a herança siriana, e reverbera as forças azuis do grande sistema estelar de Sirius. Junto dele atua sua companheira amada e inseparável, fazendo o mesmo papel e atuação que antes, bem como Pai Seta Branca, do qual Natlan representa de suas forças na matéria, e também Vó Condor, ou Abuelita Condor. Uma senhora andina que acolheu ele e o ensinou os segredos de outros tipos de ervas e chás, bem como trabalhos ancestrais e mágicos. Essa linda senhora no começo de minha jornada se mostrava como uma grande Condor que vinha para ensinar meus processos.

Após Natlan encarnar e ascensionar naquele local, munido de novas forças e alçando o vôo encantado do Condor, resolveu que não abandonaria o planeta. Manteria sua atuação na Terra, junto de seus irmãos e irmãs que haviam escolhido passar por processos e finalizações. Natlan tem como missão reunir seus irmãos e irmãs de outrora, reestabelecendo das antigas forças da magia e sustentando as energias da luz e do arco-íris no planeta. Após esse processo, acompanhou Pai Seta Branca junto da tribo dos povos Tupinambá, quando esse pai se tornou o grande Caboclo Tupinambá. Esteve também entre os povos formadores da Floresta Amazônica e da cidade dourada dos Jaguares e Panteras. Esteve entre os Huni Kuin e os Shipibo-Conibo, trazendo de lá os conhecimentos ancestrais das geometrias e a conexão com a serpente mãe, com a Mãe Jibóia, Mãe anaconda, a força da Python verde e o amor da Mãe Sucuri. Resgata os conhecimentos da Ayahuasca e do Rapé, utilizando dessas poderosas medicinas para o expandir da consciência, quer seja o líquido e o pó físico, ou suas contrapartes etéricas que aplica por meio de seu canto e geometrias. Natlan sustenta essas forças hoje novamente como João Sampaio, representante na matéria planetária. Uma grande família de almas se ergue com o relembrar dessa história profunda. Aqueles que sentiram profundamente as energias desse texto, já estiveram comigo nesse trabalho e movimentos. Muitos que choraram com a destruição local, são os mesmos que haviam passado pela antiga destruição e tinham feito a escolha de servir aos desejos da mente e aos seres reptilianos.

É hora dos grandes resgates, e como disse, minha missão é buscar e despertar muito de vocês, com geometrias, cânticos, histórias. Lembrar de quem são. Natlan tem como roupagem estelar Kamachirir, um lindo panterelino que atua com fortes trabalhos de desobsessão e limpeza energética, bem como com a roupagem de Zholgart Kryvlon, ser humanóide aquático de Sirius B, mestre das geometrias sagradas e sustentador das forças de Metatron.

Bençãos queridos irmãos,

João Sampaio/Natlan, Talpán Az’hut.

Canalizado por João Sampaio

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