Saudações e bençãos a todos vocês meus queridos e amados mestres da luz maior, eu sou Akhenaton, e hoje me coloco aqui para auxiliar nos resgaste conscienciais do período temporal em que estive encarnado junto a vós. Naqueles tempos, quando aportei de minhas forças, junto a meus familiares de Sirius B, entramos na estrutura planetária para auxiliar no processo de despertar das consciências que aqui estavam, principalmente com a queda frequencial que fora estabelecida devido a ganância, a vaidade e a corrupção de muitas consciências que aqui habitavam. Queridos, naqueles tempos vi grandes mestres encarnados se perderem de suas jornadas de amor sublime e entrega pura, e não podendo mais aceitar aquela movimentação, junto de muitos representantes da energia crística siriana, nos dispomos a encarnar junto de vós.
Antes que isso pudesse ocorrer, muito da genética humana teve de ser adaptada a recepção de nós sirianos com traços aquáticos. A genética local ainda não abarcava essa possibilidade genética, e para tanto, muitas das consciências que ali habitavam foram preparadas em contato com nossas naves para adequar-se e receber nossas sementes de pura energia, adaptando vossas estruturas reprodutivas para nossa descida completa. Primeiro era necessário essa adaptação para que diversas consciências pudessem nascer e ancorar ainda mais força. Por conta disso meu corpo apresentava diferenças anatômicas muito grandes, o que muitos de vocês na matéria conferem aos processos consanguíneos de minha linhagem parental. Mas não apenas isso, aqueles que se tornaram meus pais na matéria haviam recebido da genética de Sirius B, em preparação a minha chegada e também de outros irmãos sirianos. Ao nascer, as características físicas de meu corpo eram híbridas entre a tipologia humana adâmica local e a tipologia de Sirius B, e isso claramente ainda não estava 100% adaptado a estrutura local, mas serviu como modelo inicial de minha genealogia e transmissão desses novos códigos estruturais.
Prosseguindo em nossa comunicação. Vim para esse planeta com o objetivo de despertar as consciências humanas locais, que sucumbiam a ideia de que existiam diferentes deuses, que em verdade, eram consciências estelares que estavam distantes demais em decorrência da formatação do Véu Neutron, durante o período da grande queda frequencial que ocorrerá após a era de ouro de Kemet. No período da era de ouro, nossas naves iam e vinham sobre os vales do Rio Nilo, transmitindo códigos de amor e conduta plena. Felinos, Aviários, Aquáticos, Crocodilianos, Hipopotamianos, Pleiaidianos, Andromedanos e até mesmo Arcturianos, comunicavam diretamente com os irmãos que habitavam a superfície daquele setor planetário. Ali existia amor e paz. Via-se cenas tal como uma enorme leoniza de tom castanho claro, usando longos vestidos coloridos, abraçando e lambendo com muito afeto uma pequena menininha, a beira do Rio Nilo. Era lindo esse tipo de cena. Os sacerdotes tinham comunicação e recebiam informações de altíssima qualidade para o ensino e desenvolvimento da sociedade local, ancorando cada vez mais a luz no planeta. As três grandes pirâmides já estavam postas na superfície, funcionando como grandes antenas receptoras de códigos lumínicos, e também como retransmissoras desse sinal por meio da estrutura energética planetária. Contudo, com o passar do tempo, alguns sacerdotes começaram a receber contatos de consciências mais densificadas, que inicialmente se mostravam como amigos e potenciais aliados, mas depois iniciaram bandeiras de “trocas de tecnologia”.
Essas consciências traziam tecnologias cada vez mais pesadas para a superfície de Kemet, enquanto os encarnados começavam a trilhar o caminho da vaidade e arrogância. A ganância começava a aumentar dia após dia, e dentro dessa medida, muitas consciências começaram a deixar de comunicar com seus pares encarnados, pois a ressonância local iniciava um movimento dissonante, e muitos corações começaram a ficar contaminados pela densidade que se mostrava ali. Foi um movimento muito triste, além da ascensão dos Sacerdotes de Amon, que regiam e comandavam as ideações espirituais, levando a densificação cada vez maior, até chegar o ponto de ocorrer o rompimento energético total entre superfície e níveis dimensionais de consciência elevada. Alguns felinos sirianos gostaram da ideia de receberem adoração, e tentaram se manter atuantes, junto das ordens de Amon, sendo que alguns deles estão encarnados na matéria, perpetuando certos processos negativos. Pois sim, existem sirianos que atuam e atuaram de forma densificada. Continuemos nossa comunicação. Ao mesmo tempo, alguns felinos do setor de Régulus, principalmente dois irmãos chamados de Melchior e Zarin, leonianos muito belos (um branco e outro preto), iniciaram trabalhos profundos de geração de corpos felinos adaptados as estruturas astrais do planeta, com o objetivo de ancorar o DNA felino nos níveis maiores daquele setor, como uma tentativa de manter a grade energética local mais próxima de um movimento harmônico, antes de um princípio de colapso profundo. Kemet naquele momento, por meio de suas enormes pirâmides, recebia um poderoso campo de sustentação energética que nascia da grande pirâmide de Cristal Zail Afah-Mnor, um centro energético que estava vinculado a Atlântida etérica e também ao campo de força da nave felina Beta-Zinir, em puro movimento de amor. Nesse instante, esses dois irmãos ancoram esse campo de energia e memória ao redor de vocês.
Contudo queridos, nem mesmo esse poderoso trabalho felino e de outras linhagens conseguiu manter as frequências originais do campo de Kemet, sendo que muitos passaram a aceitar as ideações e projeções energéticas de Amon, deixando de se conectar com a poderosa rede solar, estabelecida pelo ponto de contato do Disco Solar que fica no cardíaco de vocês. Como o grande besouro alado! Naqueles tempos, a conexão com o sol era mais do que apenas um estado de ser, mas uma tecnologia que permitia a conexão direta com a própria fonte criadora, sendo estabelecido um poderoso alinhamento energético que reativava o Plexo Solar e o Disco Solar em vossos corpos. Por isso que não tinhamos deuses naqueles tempos, mas sim irmãos estelares que vinham estudar e nos ensinar sobre os conhecimentos de seus diferentes setores. Era algo lindo de ser visto e aprendido. A conexão com o Sol meus queridos, estabelece uma rede informacional precisa, que se alinha aos sóis de Sirius, Arcturus, Aldebaran, Maya, Mintaka, Régulus, Sol central da galáxia e Sol central de Havona, dadas as devidas proporções. Poderíamos dizer que o Sol é o neurônio da fonte criadora, e que ao se conectarem com ele, vocês recebiam as informações precisas do Eu Sou, estabelecendo um importante mecanismo de alinhamento energético profundo. Era lindo. Mas, os sacerdotes de Amon, alinhados a arrogância maior, ao desejo de poder e também de serem o centro das relações, desejavam substituir esses processos de forma a se tornarem soberanos e honrarem o velho filho de Anhotak, filho paradisíaco contrário as reverberações da fonte criadora.
Por esse motivo, junto de minha família e amigos, decidimos em uníssono descer até a superfície dessa esfera viva de conhecimentos profundos. Aqui iniciamos um poderoso trabalho de reconexão energética e uma das formas de iniciar esse trabalho, seria entrando na família real. Esses ainda não haviam sucumbido completamente as formas energéticas de baixa densidade, e ainda se encontravam como sementes estelares encarnadas, prontas para assumirem a missão. Nasci como Amenófis IV ou Amenotepe IV, com o objetivo de ancorar as velhas forças solares novamente, restaurando a conexão pura com a rede da fonte criadora, e objetivando alinhar novamente aquele setor energético do planeta. Objetivamente, vim para auxiliar no despertar de meus irmãos e irmãs, ancorar forças lumínicas e restaurar o plano crístico. Lembro a vocês que o termo Crístico como conhecem, muitas vezes faz referência a informação grega da palavra, significando Ungido. Mas abro aqui os conhecimentos de um importante emissário que esteve em solo e trouxe a nomenclatura correta! Cristo, na linguagem universal conhecida por Irdin, significa necessariamente “o que aplica as leis universais”. Portanto, diríamos que o movimento Crístico significa ” o tempo no qual as leis que regem a vida planetária harmonizam-se com as leis que regem a vida espiritual dos homens”.
Em descida plena, recebi as informações e codificações energéticas necessárias para a sustentação do plano da fonte criadora. Nesse momento, mudei meu nome para Akhenaton, que possui algumas traduções essenciais para o entendimento energético do que vou lhes repassar na sequência. “Aquele que é usado por Aton”, “Útil a Aton” ou “Aquele que louva a Aton”. Pois quem é Aton? A fonte criadora em seu pleno amor cristalino, sendo portanto reconectada por meio das ativações solares. Ledo engano de vós na superfície acreditarem que Aton seria o disco solar nos céus. Não queridos, isso é uma tradução póstuma, que em nada se relaciona ao que vinha ancorar. Minha missão era ancorar novamente a sabedoria cristalina da conexão com a fonte divina, não com os falsos deuses, ou crenças que estavam nascendo. A medida que meu culto e ideal de culto era disseminado e também a outorga de minhas palavras eram proferidas sobre o reino, os apoiadores das ideias de Amon, da antiga entidade sombria começavam a fazer poderosas investidas contra mim e meus sacerdotes amigos. Pois sim, muitos de vocês foram tocados pelo ensino que trouxe, sobre a ideia maior da existência da fonte única, do único Deus a ser reverenciado, além dos muitos nomes que estavam implantados no campo dos encarnados. Foram tempos difíceis, com perseguições constantes, mas continuei firme em minha atuação. Antes de assumir o meu legado, fora treinado em Heliópolis para me tornar um sacerdote do deus solar Rá, um magistral ser Aviário Solar, remanescente das energias solares do Sol Central. Ali recebi muito dos conhecimentos que me levariam a deixar o nome ancestral que satisfazia os desejos de Amon, e passaria a me colocar como representante da fonte criadora. Junto de minha companheira, Nefertiti, fui pai de Tutancâmon, encarnação daquele que vocês conhecem por São Francisco de Assis e também como Comandante Oxalá. Ancorei da sabedoria da luz e do sol e por conta disso desencarnei, deixando a meu filho a sabedoria ancestral. Como um adendo, a cidade de Heliópolis não era apenas um centro de culto para Rá ou outras deidades solares, mas sim um polo energético receptor de consciências solares, principalmente as Águias do Sol Central, que permitiam forças da própria fonte criadora descerem amorosamente sobre o campo daquele local. Um trabalho muito lindo.
Bem, após meu desencarne, muitos de meus sacerdotes continuaram pregando sobre a sabedoria divina solar. Eles mantiveram seu amor a fonte intactos, atuando de forma Crística na matéria. Claro que os faraós posteriores, que não tinham ligação com a família real e não tinham direitos claros a sucessão empreenderam uma forte caçada aos adoradores solares. Meu avô, Tutmés IV foi um dos primeiros ancoradores dessa energia dentro da estrutura de nossa realeza solar, colocando até mesmo em seus relevos as poderosas conexões com Aton. Tudo isso era parte do plano de ancoragem das forças solares novamente na fisicalidade, após a grande queda energética. Mas retomando aos sacerdotes. Alguns de vós que leem esse manuscrito que deixo aqui, foram adoradores junto comigo, tendo seguido meu filho após meu desencarne no trabalho com as forças solares. Muitos desencarnaram em movimentos de perseguição, sendo até mesmos apedrejados por falarem em nome daquilo que vim ancorar na fisicalidade desse belíssimo planeta. Muitos ainda se sentem perseguidos pelas forças de Amon, que se embrenharam na religião dos povos Hebreus que foram escravos de Kemet, sendo transferida sua velha regência para certas palavras que utilizam diariamente, como o Amém. Essa palavra retransmite as energias das intenções para um campo de profunda densificação, impedindo muitas vezes a manifestação energética de diferentes movimentações que o fazem. Entre o ensino que trago para vós hoje, em vez de usarem esse termo que se misturou as tradições hebraicas por meio do contato com as energias de Amon, utilizem Ankh Ba-Ka. Uma forma de intenção lumínica poderosa que conecta vocês ao fluxo da vida e a energia solar da criação. Principalmente os termos BA, que faz referência a uma consciência criadora conhecida por Khnum, o Aldebarano com traços de carneiro que atuou como importante geneticista sônico naquela feita e o Ka, que simboliza a força do espírito. Retomando a informação de que atuaram comigo na sustentação dessas energias, por meio deste trabalho e comunicação, muitos estão sendo devidamente chamados para as ativações solares necessárias a continuidade de vosso trabalho que fora iniciado em Kemet. Recebam os pacotes dessa verdade e essência perfeitas!
Nesse momento, muitos podem estar sentido certos fluxos energéticos potentes. São as liberações solares que estão ocorrendo nesse importante momento da existência, ancorando as verdadeiras forças lumínicas do amor e da nobreza. Alguns de vocês foram sacerdotes de Amon e representantes dessas energias. Com respeito a isso, muitos estão recebendo os campos de desobsessão, para remover as energias dele de vosso campo. Amon se misturou com diferentes crenças, passando a influenciar culturas, principalmente a cultura hebraica, grega e postumamente a cultura romana e cristã européia. Muito do que vocês chamam de carma romano, ainda faz referências as velhas energias de Amon. Deixo vocês com esse pulso de luz solar, na presença dos irmãos de Sirius B, que atuam agora para limpar e purificar vossos campos em amor e verdade plenas. Alguns de vocês poderão ter projeções e visões daqueles tempos, outros vão ter catarses. Mas importa que esses campos sejam devidamente purificados para que vocês possam se manter no caminho da criação pura e alinhada a verdade crística! Em verdade, luz, amor e consciência, eu sou Akhenaton, e me despeço, deixando a luz solar junto de vós! Reconectem-se ao verdadeiro campo da luz!
ANKH BA-KA!
Canalizado por João Sampaio
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