No dia 07 de fevereiro de 2023, recebi a primeira leitura dos Registros Akáshicos conduzida por Ízamo, meu Eu Superior. Na época em que Mauro fez este acesso para mim, eu já sabia da existência dele. Esta leitura teve como foco trazer mais informações acerca da história dele, como uma espécie de Registro precursor ou protótipo daquele que seria desenvolvido na Jornadá Despertar da Consciencia, nosso trabalho de reconexão com o Eu Superior dentro do Comando Shankar.
Primeiro, Ízamo falou a respeito de sua família de nascimento. Ele possuía dois irmãos. Guardem esta informação, pois ela será relevante mais adiante no desenrolar dos acessos. O seu pai era um grande guerreiro, e a sua mãe era apaixonada por história, uma professora e intelectual. A princípio, ele teve uma boa infância. Porém, o seu pai era mais rígido e queria que ele seguisse a carreira militar. Embora pudesse ter seguido por esse caminho, Ízamo era um intelectual por natureza e optou por seguir os estudos acadêmicos, a ciência e a alquimia.
Desde pequeno, ele era fascinado por invenções, por tecnologias que pudessem auxiliar a sociedade na qual vivia e aqueles que amava. Seu maior sonho era unir a ciência e a magia. Na época em que estudou, o treinamento militar ainda era obrigatório e ele optou por seguir as práticas da Ordem do Escudo. Ele andava com uma espécie de lança e um tipo de escudo ao mesmo tempo em que desenvolvia a alquimia. Em suma, Ízamo buscava unir ferramentas, tecnologias, conhecimentos botânicos e medicina, bem como o próprio uso da magia. Ele usava em seus objetos particulares componentes condutores da energia que os sirianos entendem por magia.
Naquele período, poucos estudavam alquimia, considerada como uma ciência profana. Muitos dos primeiros livros antigos que ele estudou vieram por meio de sua mãe. Seu pai não queria que ele seguisse a carreira acadêmica, uma vez que ele era um importante membro do exército. Mas Ízamo fez a escolha de não utilizar os seus talentos para a guerra. Na verdade, o seu foco na ciência era a busca pela compreensão do amor. Afinal, o que existe dentro de uma flor? O que faz com que a vida brote? Como seria possível transformar a magia em algo palpável, uma vez que nem todos tinham aptidão para ela? Ízamo sempre sentiu que o seu propósito era ajudar aqueles que ainda não podiam desenvolver esses dons.
Com o tempo, ele foi se tornando cada vez mais recluso em seus estudos. Ele tinha um grupo de amigos específico que se interessava pelos mesmos assuntos. Aliás, os estudos foram a base da sua conexão com Karala, aquela que viria a se tornar a sua companheira. Ambos pensavam de forma muito parecida. Quando Ízamo criou o seu laboratório e deu início às suas invenções, ele ia às cidades próximas procurar por materiais para as suas poções e em outras tribos para fazer pesquisas de campo. Naquela época, Karala atuava como botânica e tinha muitos conhecimentos de química. Com ela, ele começou a sair mais, a viver mais.
O seu laboratório ficava localizado dentro do castelo real. A propósito, a sua mãe trabalhava dentro do castelo e Ízamo acabou por sempre manter uma relação diplomática com a família real. O lugar em que ele fazia as suas pesquisas ficava numa espécie de torre que foi transformada num laboratório alquímico. Era um espaço grande, repleto de frascos de vidro e de flores raras. Ali, ele mantinha um pequenino amigo, um aliado mágico. Púrpuro, como o chamava. Uma espécie de dragão em miniatura com quem tinha um contrato de proteção. Havia também outras criaturas mágicas e muitos, muitos livros, escritos pelos primeiros entusiastas da alquimia e antigos magos de Avyon.
Ízamo mostrava os livros com muita alegria, pois, numa época em que ainda havia conflitos entre as tribos felinas, muitos conhecimentos e livros se perderam. Portanto, o fato de ter acesso àqueles conteúdos o alegrava. Há um valor, um sentimento e um carinho grandes pela biblioteca que ele construiu ao longo de sua vida, principalmente levando em consideração o fato de que ele era um curioso por essência.
Ao longo dos anos, ele ainda ajudou na construção de algumas pirâmides. Esses monumentos se tornaram lugares voltados para a meditação e alguns para o sepultamento de grandes guerreiros. Assim, Ízamo se tornou também um arquiteto, engenheiro e construtor. As tecnologias presentes nas pirâmides já existiam, mas ele foi um dos primeiros a aprimorá-las em escalas maiores e com potencial de acesso para os que não faziam parte da elite. Esses projetos demoraram anos para serem concluídos e demandaram altos investimentos. Porém, no final, Ízamo provou de forma concreta aquilo que havia idealizado. Tais pirâmides existem em Avyon até hoje, brancas, imponentes, belíssimas, reforçadas com o passar do tempo e com os avanços tecnológicos.
Estas foram as primeiras de muitas informações que recebi do meu Eu Superior com o passar dos anos. Várias foram repassadas não apenas no acesso direto aos Registros Akáshicos, mas em meditações. Aspectos mais específicos de sua infância, a sua relação com o pai, a mãe e os irmãos, as motivações iniciais para o seu mergulho no trabalho e, é claro, aspectos que ele aprendeu a equilibrar com o tempo e que fazem parte do meu aprendizado enquanto Larissa. Algumas coisas sempre estiveram claras para mim desde o início. O brilho nos olhos de Ízamo quando ele lê, aprende e ensina representa a mesma paixão que eu tenho pelos estudos e pelo ensino. A mente afiada e as habilidades intelectuais fazem parte de mim tanto quanto a necessidade do desenvolvimento de uma inteligência emocional, a mesma que ele aprendeu a ter com o tempo. Mas esses são detalhes para um outro dia.
Texto de Larissa Alves
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