A Queda dos Azurita – Histórias antigas da Terra – A queda dos Azuritas, os delfinóides Annunaki, e a antiga invasão

Acesso Akáshico canalizado no dia 25/09/2026

Esse resgate akáshico avança além do tempo de Lemúria e Atlântida, chegando as antigas bases da criação desse planeta

Existem aspectos da história planetária que estão se revelando aos poucos. Alguns desses processos abrem uma possível janela de expansão e compreensão de certos movimentos antigos, e participações de linhagens em processos que marcaram nossa civilização até os dias atuais, sendo alguns dos portais para certas quedas de frequência e energia do consciente coletivo planetário. Diferentes linhagens participaram dos movimentos formadores da civilização humana no planeta, dentre eles os povos de Sirius B, conhecidos por Azuritas, ou Maharaji. Esse povo de grande conhecimento tecnológico, se assemelhava muito aos adâmicos, porém, seu corpo possuía um lindo tom azul ciano. Eram seres altos, esguios e de grande beleza e conhecimento divino. Não possuíam muita diferença entre representantes masculinos e femininos, sendo portanto muito similares entre si. Muitas vezes se apresentavam utilizando belíssimos macacões branco prateados ou também com vestes muito finas, de um linho suave e cristalino que se tornou inspiração para as roupas árabes e indianas. Povos extremamente alinhados ao desenvolvimento de sociedades, trazendo inspiração e tecnologias que poderiam ser utilizadas para o desenvolvimento do bem e formação de seres de luz.

Esses lindos seres azulados também são mestres guardiões de grandes portais, não apenas estelares, mas também na estrutura do planeta, tendo sido amplamente conhecidos e até mesmo documentados nós épicos indianos como deuses e deusas. Esses seres participaram de movimentos muito importantes para a formação planetária, principalmente durante o período de desenvolvimento da linhagem adâmica de superfície, tendo entregue inúmeras ferramentas e tecnologias que propiciaram o desenvolvimento cultura, arquitetônico e também científico. Claro que não atuaram sozinhos na superfície do planeta, sendo também ancoradores dos conselhos e federações de raças que participavam diretamente no desenvolvimento do Projeto Terra/Urantia. Nos antigos tempos, esses povos foram responsáveis por entregar uma tecnologia especial, uma tecnologia que permitia os usuários acessarem informações profundas sobre a história da Galáxia, conflitos energéticos, sistemas e estruturas frequenciais que podiam ser utilizadas para a aceleração do desenvolvimento tecnológico em qualquer setor que recebe esses discos de informação. Essa tecnologia foi denominada de Placas Cloister Dora Teura (CDT). Esses discos de informação foram gerados no setor de Sirius B junto aos sacerdotes Taran de Ur, compostos de 12 estruturas discóides que possuiam o armazenamento de informações por meio de ondas escalares estacionárias, dentro de uma linguagem conhecida por Keylonta. Essa linguagem é um modelo similar a estrutura Irdin, sendo um modelo de comunicação universal gerado a partir de uma estrutura simbólica. Enquanto o Irdin seria a linguagem comunicada entre habitantes de diferentes superfícies planetárias, o Keylonta seria um mecanismo de linguagem simbólica baseado em som, vibração e frequência organizada em cânticos e sistemas geométrico-matemáticos precisos. Esse sistema de discos não apenas auxiliaria no desenvolvimento da civilização, mas também ancoraria por meio dos mecanismos de linguagem simbólica, ferramentas de tradução informacional, padrões de consciência, matéria, DNA e também campos morfogenéticos (Estrutura coletiva da consciência). Contudo, todas essas informações, para serem ancoradas precisariam de uma estrutura de conversão, um sistema energético que poderia auxiliar na organização do campo e recebimento das informações ali estruturadas dentro das placas CDT. A isso se deu o nome de Grelha Khatara, uma rede de organização morfogenética que permitiria aos usuários compreender de forma clara as transmissões energéticas, organizando os pacotes de informação no corpo, consciência e estruturas cósmicas. Literalmente, seria uma rede de acesso ao banco de informações que poderiam ser traduzidas de forma direta na estrutura de consciência daqueles que estavam utilizando as placas.

Essa linhagem dos Azuritas trouxe essa tecnologia para a Terra, entregando para a humanidade uma série de pacotes de informação profundos e que posicionava a população local dentro da grande rede de existência galáctica e cósmica. Os humanos que receberam essa tecnologia, iniciaram um grande trabalho de escrita física, anotando as informações que adentravam a estrutura cerebral de forma muito precisa, por meio da rede Khatara, permitindo a tradução da linguagem keylôntica em linguagem humana. Diversos livros foram gerados e essas informações foram espalhadas pelo planeta. Mas isso gerou interesse de linhagens escusas também. Diferentes civilizações iniciaram movimentos de contato com a população de superfície, principalmente os sacerdotes que ficaram responsáveis pelas informações que eram acessadas. Trocas de informações com linhagens densificadas começaram a causar certos movimentos políticos que acabariam por abalar as sociedades, levando a uma grande Guerra, conhecida como “A Guerra dos Templos”. Essa batalha ocorreu na Terra junto aos movimentos da Lemúria e Atlântida, tornando-se base também das quedas dessas duas grandes civilizações planetárias anos depois. Mas e as placas CDT? Elas foram removidas da superfície planetária, deixando apenas as informações que estavam armazenadas, primeiro em linguagem Keylôntica e depois traduzidas sobre a forma dos registros akáshicos. Muitos sacerdotes e grandes mestres de consciência anos mais tarde acessaram essas informações e as traduziram dentro de suas religiões como sinais informativos do cosmos, ou apenas como inspirações espirituais profundas.

Porém, porque estamos trazendo hoje sobre esse povo? Pois os Azuritas ou Maharaji, não tinham apenas a função de ancorar essas placas de informação. Eles tinham também o trabalho de proteger e averiguar tentativas de entradas energéticas por meio de estruturas de portais sobre a superfície planetária, aqui citando em especial o Portal 6 de Sirius B. Esse grandioso portal servia como um espaço informativo de pura energia que conectava o planeta Terra ao sistema estelar de Sirius B, mas que também funcionava como uma grande alfândega estelar, averiguando intenções e desejos das consciências que estavam se aproximando do planeta. Claro que existiam outras estruturas de portais, sendo os portais 4 e 5 alguns dos mais difíceis de se realizar o monitoramento, devido principalmente as tentativas constantes de ataques e sua instabilidade energética sobre a superfície. Esses povos sirianos portanto também eram responsáveis pela manutenção e guarda dessa estrutura energética. Contudo, com o passar do tempo, a ambição da humanidade começava a mudar a aura morfogenética planetária, e os Azuritas que aqui habitavam, começaram a ser influenciados pelas frequências locais. Antes eram seres extremamente leais aos planejamentos divinos, porém, aos poucos, a maioria daqueles que havia se instalado sobre a face planetária, começavam a tomar ares corruptos. As influências densificadas que se instalavam neles, começaram pouco a pouco a lhes provocarem certos desvios de conduta, e até mesmo a permissividade de acesso de consciências que anteriormente não teriam nenhuma possibilidade de acesso. Isso se originou principalmente pela idolatria que começava a ocorrer. Muitos homens de superfície começaram a ficar “loucos” pela tecnologia que havia sido entregue a humanidade, ansiando para que os deuses trouxessem mais informações e os tornassem poderosos. Alguns deles começaram a movimentar pactos energéticos com humanos, e até mesmo formarem famílias na superfície, iniciando certas influências não autorizadas.

Anteriormente eram os guardiões, mas muitos deles começaram a se rebelar, e assumir papéis cada vez mais egoístas e vaidosos. Não demorou muito para linhagens draco-reptilianas fossem autorizadas a descer sobre a superfície planetária. Receberam outorga, a medida que trocavam tecnologias com os Azuritas guardiões dos portais. Aqueles que não aceitavam esse movimento ou foram expulsos, ou sofreram desencarnes, sendo aos poucos silenciados pelas elites Azuritas maiores. Esse movimento marcou o início da queda da Era de Ouro planetária. Os reptilianos e draconianos foram os primeiros a adentrar essa esfera, fazendo trocas tecnológicas e manipulações de altíssima distorção energética. Contudo, não foram o único grupo a chegar. Entre os seres antagônicos a luz que começaram as suas investidas e proximidades, também tivemos os Annunaki. A história relata que eles teriam vindo pelo ouro do planeta, com o objetivo de restaurar sua estrutura atmosférica, mas isso foi apenas um dos pequenos motivos da visita. Em verdade, o maior desejo daqueles povos era acessar as informações do CDT, e utilizar aquilo para iniciar um movimento que seria conhecido como “O Grande Imperío Annunaki”. Logo, o desejo era o de utilizar a tecnologia que estava na Terra como uma grande ferramenta de manipulação e desenvolvimento tecnológico-armamentista. Aos poucos, grandes facções de consciências alinhadas aos desejos Annunaki começaram a se aproximar da superfície planetária, desejando contato com os humanos, e os Azuritas também aceitaram esses movimentos. Na superfície terrestre houve embates e perdas energéticas profundas, como a morte de Apsu e Tiamat, dragões guardiões do Sagrado Masculino e Feminino Crísticos no planeta (Entenda a história – A queda de Tiamat). Houve também certos embates profundos entre draco-reptilianos e os Annunakis, pois eles eram rivais em seus desejos de conquista. Alguns de vocês que leem esse registro akáshicos participaram desses movimentos de queda, podendo ter sido humanos na superfície planetária, draco-reptilianos, Annunakis e até mesmo os Azuritas caídos. Permita essas energias e processos energéticos serem trabalhados no agora.

Grandes batalhas se iniciaram no planeta, o que levou aos movimentos acelerados de destruição dos antigos continentes dourados, bem como um grande processo de encantamento e desaparecimento das entidades guardiãs do planeta, como os dragões que foram amplamente atacados nesses movimentos e que anos mais tarde seriam demonizados pela religião que carrega em si o DNA Annunaki e também dos draco-reptilianos. A de se atentar que após tantas guerras entre essas facções densificadas, um grupo Annunaki que era liderado por Enlil iniciou movimentos diplomáticos com os povos draco-reptilianos, iniciando trocas tecnológicas e a manutenção de interesses de ambas as civilizações que iniciavam suas investidas densificadas contra a superfície planetária. Muitas informações e geometrias que tinham sido ancoradas na estrutura planetária a partir das Placas CDT foram totalmente deturpadas, bem como nomes de hierarquias de grande amor e presença foram totalmente revertidas em prol de grupos densificados que passariam a utilizar nomes como Enoque, Toth e Metatron, a fim de conseguir controlar as consciências na superfície. Entre os povos Annunaki menos conhecidos mas que formaram facções energéticas densificadas e invasoras não apenas da Terra, como também do setor de Sirius, foram os Delfinóides Annunaki. Entidades similares em constituição estrutural aos Delfinóides naturais de Sirius, mas que possuiam como base genética, além do DNA Cetáceo de Cetus e Delphinus, as estruturas genéticas dos Annunaki. Similar processo que ocorrera na Terra com a invasão Annunaki e a formação do genoma da raça de superfície que seria deturpada por esses povos. Os Annunaki engendraram diferentes movimentos densificados em toda a galáxia, objetivando espalhar seu genoma e expandir a ideia da formação do Grande Império. Esses delfinóides Annunaki invadiram alguns pequenos planetas aquáticos no setor de Sirius A, se tornando uma facção política avançada dessa civilização, passando também a atuar de forma direta em tentativas de invasões futuras ao setor. Anos após os conflitos e a formação do Império Siriano, essa linhagem é expulsa do setor do Cão Maior, buscando refúgio em bases intraoceanicas em Tau Ceti, constelação do cruzeiro do Sul, Aquários e também na Terra.

Aqui na Terra participaram de movimentos e tentativas de domínios denso negativos, utilizando principalmente da estrutura intraoceanica e manipulação de frequências para a continuidade do controle da civilização, respondendo principalmente ao comando de Enlil. Esse movimento do Alto Comando Siriano não ficou apenas alicerçado em seu setor natal, mas acompanhou as liberações dessas consciências pela galáxia, chegando na superfície planetária, pela outorga do Comando Shankar, para a resolução e captura dessas consciências. O Comando Shankar é um dos maiores comandos que forma as bases do Império Siriano, sendo responsável pelas capturas de muitas consciências que participaram em movimentos de queda nessa galáxia, bem como em galáxias vizinhas.

Vale ressaltar algo importante sobre o DNA Annunaki. Essa estrutura de DNA foi injetada no Universo de Nebadon sem a autorização direta de Micah, sendo colocada aqui por meio de um outro filho paradísiaco que era contrário ao desenvolvimento de um projeto genômico especial nesse setor, que passaria a ser conhecido em siriano como “AT VAHM”. O projeto genômico AT VAHM previa o desenvolvimento e trabalho de diferentes linhagens genômicas aviárias, dragônicas, anfibias, adâmicas, cristalinas e outros subtipos, sendo a base formativa de boa parte dos projetos de Micah. O processo de invasão desse DNA culminou com outros movimentos correlatos a entrada da matriz de consciência negativa nessa estrutura universal, bem como movimentos que passariam a ser conhecidos como “A queda dos Arcanjos”, a grande rebelião que levou a movimentos cada vez mais duais em toda a estrutura de regência desse universo. Portanto, não apenas existem os Adâmicos Annunaki, mas também outros subtipos que nasceram de movimentos de hibridização e invasões a outros setores cósmicos.

Zholgart está nesse momento junto de sua egrégora, e de toda a força do Alto Comando Central Siriano acessando os campos akáshicos referentes a essas consciências delfinóides densificadas e trabalhando na sua captura junto ao Comando Delta, alinhado aos projetores do Comando Ashtar. Não apenas esses seres estão sendo trabalhados em suas devidas linhas de realidade temporal, mas também os Azuritas, que após os movimentos densificados acabaram entrando no movimento encarnatório do planeta e ficando presos junto a muitos reptilianos e draconianos a rede de purificações planetárias. Todos esses antigos projetos estão sendo finalizados e essas linhas de tempo obscuras estão sendo purificadas com o intuito de acelerar os processos de desenvolvimento planetário junto a grande Transição que se avizinha. Pulsos solares de Havona estão sendo ancorados no campo, nesse momento por Uzhe, que ativa seu Cetro Orbital de Geometria Sagrada, emitindo rajadas de frequência acústica e geométrica para congelar as anomalias identificadas no campo de cada um de vós. Esse acesso é apenas um dos pontos profundos que ainda afeta o campo planetário. Vocês podem sentir nos próximos dias certas liberações energéticas, bem como sonhos turbulentos, pois aqueles que leêm esse material estão envolvidos nessa história, no lado positivo ou negativo.

É até onde os dragões me permitem acessar.

Oheion.

Canalizado por João Sampaio

Referências:

Voyager I e Voyager II (MCEO)

Registros Akáshicos Planetários

Se quiser comentar o que sentiu, pode entrar em contato com João Sampaio (41) 99148-6121

Caso alguns dos aspectos desse resgate akáshico tenha reverberado com você, e queira tirar essas dúvidas, agende uma leitura de registros akáshicos ou mentoria junto a nossa assessoria (41) 98717-3557

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